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sábado, 29 de junho de 2013

Finalmente criei vergonha na cara e postei os origamis kkk

Olá pessoas que gostariam de estudar na Universidade Monstro *---*...

Acho que nunca fiquei tanto tempo sentada na minha vida como na aula de química hoje T_T.

Enfim, deixando minha lamentação que foi por pura preguiça de levantar mesmo de lado vamos ao que interessa origamis \o/.

Hoje trago a guitarra de block folding que ficou muito ruim e a garrafa de estrelinhas, está faltando o Chocobo (Yellow Bird – Satoshi Kamiya) porque eu fiz, mas o Uyuzinho comeu ele eu acho, enfim, esses três origamis são presentes para um amigo que estou devendo faz um tempão, pra terem ideia eu deveria ter dado o Chocobo e a garrafa no natal e a Guitarra no aniversario dele e ambas as datas já passaram tem um tempo.

Realmente preciso em organizar um pouco kkk, mas de qualquer forma vamos as fotos:

Ela ficou bonitinha até *----* ignorem a qualidade da foto que está muito ruim u.u

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Block Folding


O Block Folding ou como também é conhecido “origami 3D” é uma espécie de Origami Modular que consiste basicamente em dobrar algumas centenas de módulos em forma de triângulos, e a partir destes módulos criar peças tridimensionais.
O diagrama e os símbolos deste origami são bem diferentes dos origamis tradicionais, sendo assim levando um pouco mais de tempo para lê-los, sem contar que fazer algum Block Folding é uma prova de paciência, pois o mesmo módulo é preciso ser dobrado várias e várias vezes. 

















Fonte: http://origami-taresu.blogspot.com/2008/09/block-folding.html
http://artinpaper.com.br/origami3d/
http://www.oritube.com.br/passo.shtml


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Chinese knot


 O folclore chinês desperta grande interesse mundial. Ele integra o leque de legados de cinco mil anos da civilização chinesa, traduzindo -a através de nítidas características geográficas e étnicas.Uma dessas artes folclóricas é o nó chinês.
O nó chines (em chines: 中國; pinyin: Zhōngguó jié) é uma forma de artesanato decorativo chinês das dinastias Tang e Song (960-1279 AD). Mas se popularizou apenas durante as dinastias Ming e Qing (1368-1911 AD). Esta arte se refere a nós chineses tradicionais. Nas outras culturas, é chamada apenas de nós decorativos.
Na dinastia Qing (1644-1911), o nó nas cordas era considerado uma arte. O seu estilo era diversificado e era empregado como decoração. Hoje, é bastante utilizado em cortinas , liteiras e instrumentos em geral.
              Arqueologicamente estudos indicam que a arte dos tipos de nós é de antes do período pré-histórico, foram descobertos trançados em ossos de mais de 100.000 anos, supõe-se que bruxas utilizavam-se destes nós. De toda forma, devido à natureza frágil, poucos exemplos dos pré-históricos nós chineses existem hoje. As primeiras evidencias destes nós foram preservados em navios de Guerra e estatuas budistas (481-221 A.c).
                Outras referências aos nós chineses também foram encontradas na literatura, na poesia e nas cartas particulares de alguns dos mais infames governantes da China. Em 1700, um livro que falou extensamente sobre a arte foi Sonho da Câmara Vermelha.

               O fenômeno dos nós continuou a evoluir constantemente ao longo de milhares de anos com o desenvolvimento de técnicas mais sofisticadas e cada vez mais intrincados padrões de tecidos. 
                 Durante a Dinastia Qing (1644-1911) os nós finalmente quebraram a ligação com o folclore do estado, tornando-se uma forma aceitável de arte na sociedade chinesa e atingiu o auge de seu sucesso. Os nós continuaram a florescer até sobre o fim da China imperial e da fundação da República Popular da China em 1911 dC, quando a China iniciou sua modernização. De 1912 até o fim da Revolução Cultural, em 1976, a arte do nó chinês estava quase perdida.
                No final dos anos 70 ocorreu um ressurgimento do interesse em Taiwan, em grande parte devido aos esforços de Lydia Chen (Chen Hsia-Sheng), do Museu Palácio Nacional, que fundou o Centro de Promoção da arte dos nós chinêses. Na década de 80, a Sra. Chen centrou suas energias para os artefatos em nó preservados durante a Dinastia Qing. Atualmente, é de grande popularidade o nó chinês de Taiwan, com inúmeras lojas especializadas de ser encontrado.
                Historicamente o trabalho dos nós era dividido em cordas e nós. Nos períodos dinásticos, um certo numero de artesãos se instalaram na corte e fora e produziam nós em corda conforme a demanda foi crescendo para os palácios da corte, cordas nós e trançados eram diferenciados e apenas depois se misturaram.
                Na Korea, a arte decorativa dos nós é chamada de maedeup (매듭), tambem chamados de nós coreanos. Inspirados nos nós chineses, pintura encontrada em uma parede de Anak, província de Hwanghae, agora na Coreia do Norte, datada de 357 dC, indica que o trabalho foi florescente em seda, nesse momento. Esta forma decorativa foi utilizada em roupas de seda, para ornamentar espadas, para pendurar objetos pessoais de cintos para a aristocracia, em rituais, onde ele continua agora na contemporaneidade casamento cerimônias. Os nós coreanos são diferenciados dos bordados coreanos.
             Com maior ênfase à tranças que são utilizadas para criar os nós, os nós japoneses (também conhecido como hanamusubi) tende a concentrar-se sobre cada um dos nós.


Fonte:http://portuguese.cri.cn/152/2007/05/23/1@67824.htm
http://kungfumaringa.blogspot.com/2009/02/os-maravilhosos-nos-chineses.html
http://www.comocriarbijuterias.com.br/2009/04/tecnica-de-nos-chineses-para-bijuterias.html

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Kusudamas


A palavra kusudama é uma união de outras duas palavras: kusuri = remédio e tama = bola, antigamente usado no Japão com fins medicinais, Atualmente estes origamis não possuem mais fins medicinais, alguns dobradores colocam dentro de seus kusudamas cânforas ou essências. Kusudamas podem ser colados, encaixados ou até mesmo costurados.
O simbolismo do cordão abaixo do kusudama pode ser explicado da seguinte forma: Imagine o kusudama como uma esfera contendo a energia da cura, o cordão serve para dirigir essa energia para a pessoa abaixo ou para o ambiente. Normalmente esse cordão é feito apenas com um pompom que, por seus fios, ajuda a distribuir e espalhar a energia do kusudama.
Além de elementos decorativos, os kusudama também são associados, no arquipélago, a eventos comemorativos, como o internacionalmente conhecido Tanabata Matsuri (Festival das Estrelas) – celebrado anualmente no mês de julho (no Brasil, comemora-se o festival no bairro da Liberdade) – além de inaugurações, formaturas, casamentos, etc.
Os kusudama de Tanabata também podem ser chamados de fukinagashi (flâmulas), preservando o formato similar dos originais chineses, enfeitados com flores e com tiras de papel (tanzaku) penduradas. A criação dos famosos kusudama do Tanabata Matsuri de Sendai, província de Miyagi (que também podem ser apreciados no Festival das Estrelas da Liberdade), é atribuída ao comerciante da cidade de Ichibanchô, Kengoro Mori, que, em 1946, se inspirou na beleza das dálias de seu jardim para confeccionar, em papel, enfeites tão vistosos, que acabaram sendo adotados para o Tanabata de sua região.         










Curiosidade: Quando utilizados para eventos comemorativos, os kusudama ganham o nome de waridama (wari = waru = partir, cortar), pois são “partidos” ao meio, como uma espécie de balão surpresa, soltando tiras e confetes coloridos de papel e, no meio do balão partido, vê-se a mensagem relacionada ao festejo dependurada. Dependendo da comemoração, o kusudama pode ganhar formatos variados, abrindo-se em forma de sino ou coração, para casamentos, ou quaisquer outras formas que lembrem os homenageados.


Fonte: http://origami.em.blog.br/archives/kusudama-o-que-pode-ser-isto/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kusudama

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Evidencia histórica de origami modular


A primeira evidencia histórica de um projeto de origami modular vem de um livro japonês feito por Hayato Ohoka, publicado em 1734 chamado Ranma Zushiki, neste livro contém uma impressão que mostra um grupo de modelos tradicionais de origami, um dos quais é um modular cubo, e é indicado como tamatebako (um cubo modular que pode ser aberto a partir de qualquer lado) ou uma “mágica arca do tesouro”. Isao Honda Mundial do Origami (publicado em 1965) possui o mesmo modelo onde foi chamado de caixa cúbica, os seis módulos necessários para elaborar o cubo foram desenvolvidos a partir de dobras tradicionais e cada módulo constitui uma face do modelo terminado.
O origami modular não se restringe apenas ao cubo, existem vários outros modelos, incluindo bolas de flores de papel dobradas conhecidas como kusudamas ou bolas medicinais, porém muitas kusudamas não são consideradas origamis modulares, pois geralmente é utilizado algum meio de fixação que não seja o papel para dar forma a elas.

                                                        Exemplo de um modular cubo 

                                                                              Exemplo de uma kusudama

  Curiosidade: A maioria dos modelos tradicionais são, porém, de peça única e as possibilidades inerentes ao conceito de origami modular não foram explorados, até a década de 1960, quando a técnica foi re-inventada por Robert Neale nos EUA e mais tarde por Mitsonobu Sonobe no Japão. Desde então, a técnica do origami modular tem sido popularizada e desenvolvida extensivamente, e até agora há milhares de projetos desenvolvidos neste repertório.


Fonte:http://nikkeypedia.org.br/index.php/Origami
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fen.wikipedia.org%2Fwiki%2FModular_origami&anno=2